Profissionais debatem sobre a situação de violência na cidade
Na próxima sexta-feira, dia 19 de setembro, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Semudes) promove um debate sobre a situação da violência doméstica e infanto-juvenil em Blumenau e sobre o Sistema Único de Assistência Social. O encontro inicia às 8h30, no auditório da própria secretaria, localizada na rua Luiz Sachtleben, 155, bairro Victor Konder.
A capacitação vai reunir cerca de 40 profissionais – entre assistentes sociais, psicólogos e pedagogos – que atuam no Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos (Paefi) dos Centros de Referência Especializado de Assistência Social. A iniciativa tem por objetivo avaliar e instrumentalizar, bem como promover a troca de experiências entre os profissionais para aprimorar o serviço ofertado na rede municipal.
A primeira palestra terá como foco a Violência Infanto-Juvenil. O tema será abordado pelos psicólogos Rogério Mendes e Glauco Anderson Espíndola. Em seguida, o assistente social Ricardo Bortoli comanda o debate sobre as situações da violência doméstica no município. O encontro encerra com uma palestra sobre o CAPACITASUAS – O Sistema único de Assistência Social na Atualidade.
O Paefi
O Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos (Paefi) é ofertado pela Secretaria de Desenvolvimento Social, através da Diretoria de Proteção Especial de Média. O serviço é disponibilizado por meio dois Centros de Referência Especializado de Assistência Social existentes hoje no município e acompanha, atualmente, 428 famílias.
O trabalho consiste no apoio, orientação e acompanhamento das famílias e indivíduos em situação de ameaça ou violação de direitos. O Paefi compreende ações voltadas à promoção de direitos, à preservação e ao fortalecimento de vínculos familiares, comunitários e sociais.
O atendimento é voltado a indivíduos e famílias em diversas situações de violação de direitos, como violência (física, psicológica e negligência, abuso e/ou exploração sexual), afastamento do convívio familiar devido à aplicação de medida socioeducativa ou medida de proteção; tráfico de pessoas; situação de rua; abandono; vivência de trabalho infantil; discriminação em decorrência da orientação sexual ou raça/etnia e outras formas de violação de direitos decorrentes de discriminações ou submissões.
Assessora de Comunicação: Talita Catie
