Memória Digital: Chapéus Nelsa
O chapeleiro polonês Rudolfo Leder trabalhava em São Paulo quando foi contratado pela Clasen & Weege, indústria fundada em 1925. O profissional chegou a Blumenau com a família para atuar na produção dos chapéus “Nelsa”, que tinha esse nome devido ao “N” do nome da filha de Olinger (Ninete), também sócio da empresa, e “Elsa” - nome da filha mais nova de Rudolfo Leder. Em 1931, a fábrica mudou para o prédio na Rua São Paulo nº 1.120 (hoje em frente ao Senai). Em 1931, Friedrich Karl Kurt Lischke, engenheiro contratado pela firma Carl Hoepcke de Florianópolis, assumiu a sociedade de chapéus e a firma chamou-se “Leder & Lischke”. A esposa do senhor Leder, Dona Elsa, sempre costurava com a ajuda de quatro a cinco moças contratadas. Os chapéus prontos recebiam um forro de seda, uma carneira de couro, um laço por dentro e uma fita em seda pura ao redor, do lado de fora. Na imagem, vemos Elsa Leder, esposa de Rudolfo Leder, costurando chapéus. (Fonte: Fundação Cultural de Blumenau / Arquivo Histórico José Ferreira da Silva / Acervo Icnográfico Memória da Cidade – Indústria – Fábrica de Chapéus Nelsa cla 5.13.F.9.2ª / Fundo Memória da Cidade-Indústrias-Fabrica de Chapéus Nelsa 26.1.12.C.2 doc 09)
